Sem querer fui fazendo tudo para ficar com a cara dessa geração Y. Claro que não escolhi isso, mas o mundo que cresci foi me deixando assim. Nunca fui viciado em videogame, Internet, jogos eletrônicos, mas sempre gostei de tecnologia... claro que eu nem sempre podia ter os últimos lançamentos.
Bom... vamos ao inicio... vou contar bem rápido um resumo dessa historinha, pq ela deve ser bem mais interessante pra mim do que pra vcs leitores... hehe! Ta ai minha primeira característica: Orgulho! Vamos lá... Sempre estudei em uma escola particular muito boa da minha cidade... Nunca fui o mais popular da escola, mas sempre estive longe de ser o isolado... estava no meio termo... bem mais perto dos populares, eu estava no meio deles... eu era acima da média nos esportes... em especial futebol e handebol. Tinha boas notas, apesar do comportamento diferente nas salas de aula... sabia a hora que era necessário atenção e nas outras eu não estava nem ai... dormia em algumas, matava outras e fazia bagunça em várias. Isso dependia principalmente do estilo dos professores (aqueles que eu admirava, tinham meu respeito e atenção nas aulas, os inseguros que não conseguiam minha admiração, também não tinham minha atenção) o engraçado é que isso ainda vais ser repetir na minha vida profissional.
O primeiro fato marcante da minha vida escolar aconteceu no Pré (nem sei se ainda existe o Pré... mas na minha época era onde se aprendia o Be-a-Ba) quando a coordenação da escola percebeu que quando todos meus colegas aprendiam o alfabeto, eu já sabia somar, subtrair, multiplicar e dividir. (Não, eu não sou superdotado!) Mas foi isso que pensaram a professora e diretora da escola... O fato é que eu sempre gostei das ciências exatas e meu irmão, 3 anos mais velho, nunca. Mas ele sempre foi muito inteligente, apesar de não gostar de estudar sempre soube lidar bem com isso. Investia um tempo me ensinando a matemática que ele aprendia na escola para ter mais tempo com seu skate enquanto eu fazia suas tarefas o restante da semana. Tb não sou nerd! Mas acontece que nessa época eu me divertia com os números. E minha professora do pré não conseguia entender aquilo. Formaram então uma equipe multifuncional para estudar o caso, eu me lembro que nessa equipe tinha psicólogas e educadoras e durante uns dois meses eu passava minhas manhãs de quinta-feira com elas. Depois desse período, eu fiz algumas provas da primeira série (que naquela época vinha logo depois do pré) e tirei notas melhores que os alunos matriculados lá.
O resultado é que fui direto para a segunda série. Não sei se isso foi tão especial assim (depois descobri uma menina que também passou pelo mesmo... e me casei com ela... hehe!), mas para minha mãe era... Ela contou essa história para todos os conhecidos e até para alguns desconhecidos... Salas de espera de consultórios médicos não conheciam outro assunto... Acho que isso me ajudou a ter uma auto-estima um pouco mais elevada do que a média. Mesmo que eu não me sentia melhor que os outros (na verdade me sentia pior em vários momentos) mas minha família me tratava como se eu fosse diferenciado.
Bom... vamos ao inicio... vou contar bem rápido um resumo dessa historinha, pq ela deve ser bem mais interessante pra mim do que pra vcs leitores... hehe! Ta ai minha primeira característica: Orgulho! Vamos lá... Sempre estudei em uma escola particular muito boa da minha cidade... Nunca fui o mais popular da escola, mas sempre estive longe de ser o isolado... estava no meio termo... bem mais perto dos populares, eu estava no meio deles... eu era acima da média nos esportes... em especial futebol e handebol. Tinha boas notas, apesar do comportamento diferente nas salas de aula... sabia a hora que era necessário atenção e nas outras eu não estava nem ai... dormia em algumas, matava outras e fazia bagunça em várias. Isso dependia principalmente do estilo dos professores (aqueles que eu admirava, tinham meu respeito e atenção nas aulas, os inseguros que não conseguiam minha admiração, também não tinham minha atenção) o engraçado é que isso ainda vais ser repetir na minha vida profissional.
O primeiro fato marcante da minha vida escolar aconteceu no Pré (nem sei se ainda existe o Pré... mas na minha época era onde se aprendia o Be-a-Ba) quando a coordenação da escola percebeu que quando todos meus colegas aprendiam o alfabeto, eu já sabia somar, subtrair, multiplicar e dividir. (Não, eu não sou superdotado!) Mas foi isso que pensaram a professora e diretora da escola... O fato é que eu sempre gostei das ciências exatas e meu irmão, 3 anos mais velho, nunca. Mas ele sempre foi muito inteligente, apesar de não gostar de estudar sempre soube lidar bem com isso. Investia um tempo me ensinando a matemática que ele aprendia na escola para ter mais tempo com seu skate enquanto eu fazia suas tarefas o restante da semana. Tb não sou nerd! Mas acontece que nessa época eu me divertia com os números. E minha professora do pré não conseguia entender aquilo. Formaram então uma equipe multifuncional para estudar o caso, eu me lembro que nessa equipe tinha psicólogas e educadoras e durante uns dois meses eu passava minhas manhãs de quinta-feira com elas. Depois desse período, eu fiz algumas provas da primeira série (que naquela época vinha logo depois do pré) e tirei notas melhores que os alunos matriculados lá.
O resultado é que fui direto para a segunda série. Não sei se isso foi tão especial assim (depois descobri uma menina que também passou pelo mesmo... e me casei com ela... hehe!), mas para minha mãe era... Ela contou essa história para todos os conhecidos e até para alguns desconhecidos... Salas de espera de consultórios médicos não conheciam outro assunto... Acho que isso me ajudou a ter uma auto-estima um pouco mais elevada do que a média. Mesmo que eu não me sentia melhor que os outros (na verdade me sentia pior em vários momentos) mas minha família me tratava como se eu fosse diferenciado.
Posteriormente quero falar um pouco mais sobre a educação que recebi e da religião que esteve sempre presente na minha vida.
Continuando em fatos marcantes... depois das dúvidas entre jogar futebol ou handebol profissionalmente (escolhi o handebol) e entre jogar handebol profissionalmente e estudar para o vestibular (escolhi estudar, graças a Deus!), fui aprovado no vestibular para o curso de Engenharia Mecânica na Universidade Federal de Uberlândia, com 16 anos e ainda faltavam 4 meses para eu terminar o 3° Colegial. Minha sorte é que minha escola era muito boa e eu tinha aula todas as segundas-feiras o dia todo, esse fato fez com que a carga horária mínima já tivesse sido cumprida. O restante o Tribunal de Justiça resolveu e foi até rápido, já que eu não era o único nessa situação e a Causa foi levada pela Escola em nome de todos os alunos que estavam nessa situação...Ops... to escrevendo demais né... mas gostei de lemrbrar dessa fase...
Em breve volto pra contar um pouco dessa época de faculdade...
Abrassssssssssss
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